quarta-feira, novembro 25, 2015

A matança de cetáceos nos Açores

A Ilha, 23 de junho de 1984
A Ilha, 21 de junho de 1984

sexta-feira, novembro 20, 2015

Portugal e os resíduos radioativos

A Ilha, 27 de novembro de 1982

terça-feira, novembro 03, 2015

Gérald Le Grand

Gérald Le Grand Sempre que se quiser fazer uma história da conservação da natureza nos Açores e se se quiser mencionar personalidades que deram o seu contributo para tal o nome do ornitólogo e ecologista francês Gérald Le Grand não pode ser esquecido. Gérald Le Grand, ao contrário de muitos outros, não se limitou aos seus estudos teóricos na Universidade dos Açores e aos seus trabalhos de campo para melhor conhecer o património natural do nosso arquipélago. Com efeito, sempre que lhe era possível fez intervenções junto do grande público, através da comunicação social, e participou ativamente no movimento associativo de defesa do ambiente, sobretudo através da Delegação dos Açores do Núcleo Português de Estudos e Proteção da Vida Selvagem. Hoje, em São Miguel, poucas pessoas, sobretudo entre as mais novas, não saberão o que é o priolo, ave endémica dos Açores conhecida desde os tempos mais remotos do povoamento da ilha de São Miguel e que durante algum tempo foi perseguido e abatido, o que terá ajudado a levá-lo à beira da extinção. Mas, quase ninguém sabe que a Gérald Le Grand, se deve o despertar do interesse pela sua proteção. No que diz respeito ao associativismo, ele e o Eng. Duarte Furtado, foram os principais dinamizadores da Delegação dos Açores do Núcleo Português de Estudos e Proteção da Vida Selvagem, associação que teve sede em Vila Franca do Campo e que entre outras iniciativas publicou o boletim “Priôlo”. No referido boletim, Gérald Le Grand foi autor de textos sobre a avifauna em geral e sobre o priolo, em particular e contra o uso “pacífico” da energia nuclear que produz resíduos que eram lançados “em pleno oceano longe de zonas habitadas…cujo condicionamento está muito longe de tomar em conta a nossa ignorância”. Ainda no que diz respeito ao associativismo, Gérald Le Grand prestou grande apoio aos Amigos dos Açores, através da autorização que concedeu para a utilização dos seus textos e sobretudo dos seus desenhos, sendo ele o autor do seu logotipo. Sobre a sua participação na imprensa, a título de exemplo, menciono a sua colaboração, em 1981, no jornal Açores, onde questionou as autoridades, nos seguintes termos: ”Pedimos uma vez mais aos Açorianos e ao Governo Regional para abrir o debate sobre a caça à baleia, para discutir sobre a reconversão de fábricas baleeiras e dos seus empregados, para discutir a promoção turística, caça fotográfica, regatas de baleeiras, festas de baleia… para discutir a criação de santuário para os mamíferos, as aves e tartarugas marinhas na ZEE dos Açores”. Em 1980, em depoimento ao jornal a Ilha, o Prof. Doutor Vasco Garcia deu a conhecer a (re) descoberta do priolo, na vertente sul do Pico da Vara e informou que iriam “ser acionados todos os mecanismos a fim de aquela zona ser considerada protegida para a recuperação da ave rara”. Terá sido na sequência daquela descoberta que foi elaborada uma proposta de classificação da área intitulada “Pico da Vara- uma zona de valor internacional a preservar”, da autoria de Géral Le Grand, Erik Sjogren e Duarte Soares Furtado. Teófilo Braga (Correio dos Açores, 30774, 3 de novembro de 2015, p.19)

domingo, outubro 25, 2015

quinta-feira, outubro 22, 2015

segunda-feira, outubro 19, 2015

MEP contra energia nuclear

Diário Insular, 21 de maio de 1975

quarta-feira, setembro 10, 2014

Gruta do Carvão em 1937

(Correio dos Açores, 2 de Maio de 1937)

sexta-feira, agosto 15, 2014

sábado, julho 26, 2014

Um apelo que não foi ouvido

Correio dos Açores, 20 de Agosto de 1943

sexta-feira, julho 11, 2014

ARENA



A Vila 1 a 15 de Dezembro de 2003

domingo, junho 29, 2014

quinta-feira, junho 12, 2014

quarta-feira, abril 02, 2014

A fábrica dos Poços ...


A fábrica dos Poços e a baleação em São Miguel
Neste texto faremos referência aos últimos tempos da baleação em São Miguel e nos Açores e a uma proposta de recuperação da fábrica dos Poços que caiu em saco roto.
De acordo com notícia publicada no jornal Açoriano Oriental, em Outubro de 1984, a Sociedade Corretora tinha a intensão de retomar a caça à baleia “com base em São Miguel para serem transformadas na velha fábrica dos Poços de São Vicente que será remodelada para o efeito”. Ainda ma mesma nota pode ler-se que a referida empresa estava a “reparar, no porto de Ponta Delgada, seis das nove canoas baleeiras que possui, quatro encontravam-se em Santa Maria e duas em São Vicente.
No dia 3 de Novembro, a associação Amigos da Terra (hoje, denominada Amigos dos Açores) num comunicado publicado no Correio dos Açores, mostra-se espantada com a intensão da Sociedade Corretora e aponta que a atividade não é rentável sem a “atribuição do subsídio de 6 escudos por kg de óleo, que este ano permitiu a exportação”.
A 30 de Setembro de 1995, num artigo publicado no jornal Directo, escrevemos o seguinte: “Quanto a nós, não havendo razões económicas nem financeiras para que a atividade prossiga, escasseando mesmo quem esteja disposto a dar continuidade àquele tipo de aventura tradicional (veja-se a idade da maioria dos corajosos baleeiros), resta aproveitar o máximo possível todo o património das empresas baleeiras e aprofundar o estudo da atividade que foi, e ainda é, fonte de inspiração para as mais diversas manifestações de carácter artístico, cultural e até religioso”. E concluímos o texto alertando para que: “Em São Miguel, sobretudo nas Capelas e em S. Vicente, urge meter mãos à obra e iniciar o estudo da baleação e preservar o que ainda for possível. As juntas de freguesia daquelas localidades deverão ter uma palavra a dizer…”
Em 1987, a Corretora reafirma a intensão de retomar a baleação tendo, segundo o jornal Açoriano Oriental, de 13 de Agosto de 1987, já “despendido neste empreendimento várias centenas de contos, desde a recuperação das canoas existentes em S. Miguel, até ao desenvolvimento de contatos nacionais e internacionais para a colocação dos produtos da baleia, óleo incluído.”
Esta pretensão da Corretora, que surgiu depois de no Pico terem manifestado a intensão de voltar a arpoar baleias, foi contestada na altura pelos Amigos da Terra que anunciaram que iriam fazer diligências para que fosse lançado um boicote turístico internacional aos Açores.
Contra a caça à baleia manifestou-se também o deputado europeu açoriano, prof. Vasco Garcia que referiu que “a agitação à volta deste assunto tem certamente motivações que visam colocar em situação difícil os Açores quer no plano nacional quer internacional”.
Em data que não consegui identificar, duas biólogas micaelenses, Judite Fernandes e Manuela Macedo, elaboraram um projeto para a Fábrica da Baleia dos Poços que para além da recuperação de um elemento valioso do património histórico-cultural da zona de S. Vicente/Capelas e, obviamente, da Região pretendia a “sua reconversão num complexo que visa a dinamização da atividade turística, na sua componente de turismo cultural e de ecoturismo”.
De acordo com o projeto a que tivemos acesso, na altura, estavam previstas duas fases: a primeira, a recuperação e reconversão da Fábrica e, a segunda, a recuperação do restante património existente na zona, como o Calhau Miúdo, as Casas dos Baleeiros e as vigias da Baleia da Quinta do Navio e da Ponta do Cintrão.

Nas instalações da fábrica, as autoras sugeriam a criação de um complexo que incluía: um museu da caça à baleia, um museu da pesca artesanal, uma sala de exposições, uma biblioteca, um aquário recriando fauna e flora locais, um aquário recriando lagoas, uma sala de seminários e um pequeno laboratório.

Não sei a que portas bateram, desconheço eventuais justificações para as sugestões não terem sido tomadas em consideração, o que se sei é que, pelas fotografias que constam nos anexos ao projeto as instalações ainda estavam de pé, sendo relativamente fácil a sua recuperação.

O que se constata é que depois quase tudo deitado abaixo, com exceção para a chaminé, o governo regional dos Açores decidiu recentemente que “ vai avançar para a classificação do espaço onde funcionou a fábrica da baleia de São Vicente Ferreira, na ilha de São Miguel, propriedade atual da banca.”

Antes tarde do que nunca!

Teófilo Braga


(Correio dos Açores, nº 30312, 2 de Abril de 2014, p.14)

sábado, março 08, 2014

Correio dos Açores, 8 de Março de 2014

Foi membro dos Amigos dos Açores e participante dos seus passeios pedestres.

domingo, dezembro 29, 2013

sábado, dezembro 28, 2013

Prémio Quercus

(A Vila, 26 de Janeiro de 1996)

sexta-feira, novembro 15, 2013

quinta-feira, novembro 14, 2013

sexta-feira, agosto 16, 2013

terça-feira, agosto 13, 2013

segunda-feira, agosto 12, 2013

domingo, agosto 04, 2013

quinta-feira, agosto 01, 2013

terça-feira, janeiro 01, 2013

domingo, dezembro 30, 2012

sábado, dezembro 29, 2012

terça-feira, dezembro 18, 2012

Circuito de Ponta Delgada

Publicado na década de oitenta do século passado.

domingo, dezembro 16, 2012

sexta-feira, dezembro 14, 2012

Manuel Ferreira e a lixeira da Serra Devassa

O escritor Manuel Ferreira desanca na iluminarias que queriam instalar uma lixeira na Serra Devassa. Se não nos falha a memória, o presidente da Câmara na altura era João Gago da Câmara.

domingo, dezembro 02, 2012

domingo, agosto 26, 2012

sexta-feira, abril 06, 2012

segunda-feira, dezembro 26, 2011

quarta-feira, novembro 02, 2011

quinta-feira, outubro 27, 2011

Jogo das Migração - CJN





Jogo editado pelo CJN de Santa Maria, presumivelmente nos primeiros anos da década de oitenta do século passado.

terça-feira, outubro 18, 2011

Estudo e Protecção de Aves nos Açores no final do século passado



Neste texto, que, por opção não é exaustivo, não me debruçarei sobre o contributo de vários ornitólogos amadores que, a nível individual, sempre observaram aves, nem sobre o trabalho realizado nos primeiros anos da Universidade dos Açores, dinamizado pelo Dr. Gerald Le Grand e pelo seu colaborador Eng. Duarte Furtado. Assim, limitar-me-ei a apresentar, sucintamente, o que foi feito por algumas associações.
Nos Açores, das várias associações de defesa do ambiente existentes no final do século passado, poucas se interessaram pelo estudo e protecção das aves. Entre as que mais preocupações demonstraram, destacaria o Centro de Jovens Naturalistas, o NPEPVS/Delegação dos Açores e os Amigos dos Açores.
O Centro de Jovens Naturalistas de Santa Maria, cuja actividade foi mais intensa nas décadas de 70 e 80 do século passado, sob a liderança do Sr. Dalberto Teixeira Pombo, procurou sensibilizar os mais jovens para a importância das aves, tendo, entre outras publicações, editado o “Jogo da Migração”, da autoria da RSPB, e um autocolante sobre a estrelinha, ave endémica dos Açores.

O NPEPVS/Delegação dos Açores, que esteve em actividade em São Miguel, de 1982 a 1984, tinha, de acordo com os seus estatutos, como objectivo prioritário a protecção da natureza, em especial da fauna e da flora. Para a concretização daquele objectivo o NPEPVS conseguiu organizar um centro de documentação, localizado em Vila Franca do Campo, com diversas publicações e filmes sobre a vida de aves e lançou duas campanhas, uma em defesa das aves marinhas e outra para protecção das aves de rapina.
Da mesma associação, destaca-se a edição de dois números (Primavera de 1983 e Inverno de 1984) do “Priôlo - Boletim para a Conservação da Natureza nos Açores”. Nos dois números do boletim, para além de textos sobre o milhafre, o mocho, o priôlo e o “status” e distribuição da avifauna nidificante nos Açores, eram também divulgadas notas ornitológicas, onde eram registadas as observações de aves efectuadas em toda a Região.
Ao longo da sua história, os Amigos dos Açores tiveram dois grupos específicos para o estudo e protecção das aves.
O primeiro denominou-se NOATA - Núcleo de Ornitologia dos Amigos dos Açores, criado em Abril de 1989, que ao longo da sua existência organizou diversas visitas de estudo para observação de aves e dinamizou, em 1990, uma Campanha em Defesa do Pombo Torcaz. Nesta, foram editados um autocolante e um desdobrável que foram distribuídos por alunos de diversas escolas e foi feita uma impressão de uma t-shirt com uma gravura do pombo torcaz da autoria do biólogo Gerald Le Grand.
Nos últimos dias de Agosto e no primeiro dia de Setembro de 1990, o referido grupo organizou um Curso de Introdução à Ornitologia, dinamizado pela Dr.ª Fátima Melo Medeiros, que contou com a presença de 15 participantes.
Mais tarde, em 1993, foi criado o GTEA- Grupo de Trabalho para o Estudo das Aves, que foi responsável, entre outras iniciativas, pela campanha “Um espaço para os garajaus” que, para além de exposições sobre a espécie editou, no primeiro ano, mais de 4000 folhetos que foram distribuídos pelas escolas da Região. Também em 1993, o mesmo grupo lançou a campanha “ A Escola e o Cagarro” que consistiu na realização de um inquérito sobre a espécie e a distribuição de cerca de 10 000 desdobráveis pelas escolas dos Açores.
Em1995, o GTEA promoveu um curso de introdução à observação e censo de aves que contou com a participação de 20 pessoas, algumas das quais coordenadoras de clubes escolares de ambiente, dinamizou, em São Miguel, a campanha SOS Cagarro, promoveu um estudo sobre o milhafre que foi apresentado na 2ª Conferência Nacional sobre Aves de Rapina, realizada em Vila Nova de Gaia, e editou 5000 desdobráveis sobre o milhafre.
No ano seguinte, 1996, o GTEA promoveu um curso de introdução ao estudo das aves de rapina, implementou o projecto Rapinas dos Açores e continuou a dinamizar a campanha SOS Cagarro.
Até ao final do século, foi sempre a associação Amigos dos Açores que, ano após ano manteve de pé, em São Miguel, a campanha SOS Cagarro e reeditou várias vezes os desdobráveis, referidos anteriormente, sobre o pombo torcaz, o cagarro, o milhafre e o garajau.

Teófilo Braga

domingo, outubro 16, 2011

Em 1988, os Amigos dos Açores criticam a plantação de uma infestante pelo Governo Regional dos Açores


No Corso de Carnaval do Pico da Pedra, os Amigos dos Açores criticaram a plantação de lantana, pelo Governo Regional dos Açores, no Aeroporto de Ponta Delgada. Se a memória não me falha o plantio veio de viveiros do Porto.

sexta-feira, setembro 30, 2011

Quando efectivamente começou a campanha em defesa do cagarro?

Com o nome SOS Cagarro foi em 1995, como já tivemos a oportunidade de demonstrar noutra ocasião.

Mais importante do que estar a fazer comemorações de datas "redondas" é participar activamente na sua protecção e salvação, daí o nosso apelo à acção nos próximos dois meses.

Para que conste aqui vão alguns documentos sobre a espécie/campanha em sua defesa.


Texto do Grupo de Ecologistas de Santa Maria (1984)


Texto de Miguel de Figueiredo Corte-Real (1988)


Texto da responsabilidade do Núcleo de Ornitologia dos Amigos da Terra Açores (1989)


Publicidade da Direcção Regional do Ambiente (1997)

quarta-feira, setembro 14, 2011

O professor João Brum Alvernaz, a ciência, a cultura e o ambiente



Através do Correio dos Açores do passado dia três de Setembro, tomei conhecimento do falecimento do professor João Brum Alvernaz ocorrido a 3 de Agosto.
Conheci o professor João Alvernaz, em 1984, e com ele conversei inúmeras vezes, enquanto ele ocupou o cargo de Director da Casa da Cultura de Ponta Delgada, sempre que me deslocava às instalações daquele organismo localizadas na Rua Luís Soares de Sousa, em Ponta Delgada, a solicitar apoio para diversas publicações editadas pelo então núcleo dos Açores dos Amigos da Terra.
Foi graças ao seu bom acolhimento e ao apoio financeiro da Casa da Cultura de Ponta Delgada que foram editadas as primeiras brochuras, o boletim dos Amigos dos Açores “Zimbro” e implementados alguns dos projectos.
Na sequência bom relacionamento que com ele mantinha, por sugestão minha acolhida pela Direcção dos Amigos da Terra, o professor João Alvernaz presidiu, nas instalações da Casa do Povo do Pico da Pedra, no dia 5 de Junho de 1988, Dia Mundial do Ambiente, ao acto inaugural da instalação de um Jardim de Flora Indígena dos Açores que entretanto, por razões diversas, não foi bem sucedido.
Mas não eram apenas as questões ambientais que sensibilizavam o professor Alvernaz. A sua abertura de espírito fez com que, em 1985, fosse possível a minha deslocação e a dos alunos Pedro Raposo, Paulo Oliveira e Ricardo Cabral, da Escola Secundária Antero de Quental, ao continente para participar nas Olimpíadas de Física, onde obtiveram o primeiro lugar a nível nacional. Sobre este evento recebi da sua parte um ofício de felicitações, onde a dado passo se pode ler: “venho com sentido regozijo e muito sinceramente felicitar V. Ex.ª e os Jovens e briosos elementos que tornaram possível este êxito. Mais informo V. Ex.ª que dentro de tudo quanto nos for possível, estamos à vossa inteira disposição para ajudarmos à realização de iniciativas idênticas ou mesmo outras.”
Também em 1985, na sequência da edição pelos Amigos da Terra de uma brochura sobre a Filarmónica Lira Camponesa, da Ribeira Seca de Vila Franca do Campo, o professor João Alvernaz pensou publicar um boletim dedicado a cada uma das filarmónicas da ilha de São Miguel. Para o efeito, solicitou o meu apoio, tendo passado uma declaração de cujo teor, constava o seguinte: “confirmo que encarreguei o nosso colaborador […] da recolha de elementos e dados históricos e socioculturais junto das Direcções de cada uma das filarmónicas micaelenses”. O muito trabalho que tinha na escola, em início de carreira, e o meu crescente envolvimento nas questões ambientais fizeram que o projecto não passasse do papel.
No ano seguinte, 1986, foi o professor João Alvernaz que apoiou, a Comissão Coordenadora das Comemorações dos 150 anos de Elevação do Pico da Pedra a Freguesia, na reedição das Memórias do Pico da Pedra, importante obra do Padre António Furtado de Mendonça, que havia sido publicada, no início do século XX, em três números da “Revista Michaelense”.
O recurso ao Director da Casa da Cultura deveu-se, segundo a referida Comissão, ao facto daquele ser “pessoa sensível à preservação do património cultural e sua divulgação”. Como naquele tempo o dinheiro não abundava, o apoio traduziu-se na montagem e impressão do livro pelo pessoal ao serviço da Casa da Cultura e nas instalações desta.
Foi ainda o professor Alvernaz que, em 1988, apoiou a edição, pelos Amigos da Terra/Açores (designação no núcleo dos Açores dos Amigos da Terra apões a sua legalização como associação regional), da Monografia do Pico da Pedra escrita por Gilberto Bernardo.
Através das declarações recentes do Dr. José de Almeida confirmei que o professor Alvernaz foi um defensor da independência dos Açores, pois a mim nunca o transmitiu nem nunca me perguntou qual a minha opção relativamente ao assunto nem qual a minha posição ideológica ou partidária.
Com certeza pressentiu que, tal como ele, pensava pela minha cabeça.

Teófilo Braga

segunda-feira, setembro 12, 2011

quarta-feira, agosto 31, 2011

terça-feira, agosto 30, 2011

Amigos da Terra Contra Eutrofização



Este apelo dos então Amigos da Terra caiu em saco roto. Nenhuma entidade teve sequer dinheiro para pagar um envelope e um selo para dar uma simples resposta.

domingo, julho 31, 2011

quarta-feira, julho 27, 2011